O Ser… Macho!

•Novembro 26, 2009 • Deixe um comentário

 

 

 

 

 

Os brutos também amam

Felicidade

•Outubro 26, 2009 • 1 Comentário

Se partirmos do pressuposto que a felicidade é apenas um estado de espírito, presumimos que ela não existe de fato, mas pode se fazer presente sempre que dermos brechas… Outra coisa é que os drogados e alcoólatras podem ter momentos mais felizes que os caretas (ou não)…

Compendiamos que: A felicidade não está dentro de você e nem está nas pessoas que você ama. Ela está à sua volta, pegue-a agora, tome uma dose e seja feliz pelo menos por esse momento. Parece clichê de comercial de plano de saúde ou aveia Quacker, mas é a mais pura e dura verdade.

Não adianta esperar que a felicidade seja retilínea, ela é como um orgasmo, só acontece quando você realmente está disposto a sentir-la.

airossessa

•Setembro 21, 2009 • Deixe um comentário

outrolado

Eu sou aquele (a) quê

aquela qual?

que obrigatoriamente

erroneamente

se dá por notas

buscando colunas

citações, aspas

menções e alusões

sou a que lota de notas

as caixas de quem está lá

afirmo que tudo dá

o mundo é portanto

enquanto estou aqui

eu apresento a notícia

quero espaço na sua cavidade

sou o fato do outro fluxo

me queiram!

Confissões de insônia

•Agosto 26, 2009 • 1 Comentário
I Love dan￧arinas
Nas minhas andan￧as pela busca do esquisito descobri que sou apaixonada por dan￧arinas putas. Isso pode at← soar imoral aos ouvidos das pessoas de “bem”, e eu que sempre tive uma educa￧ ̄o crist ̄, me deparo com esse gostar nada casual, mas talvez seja por isso mesmo, Jesus amou todos, sem exce￧ ̄o, at← a tal Maria Madalena, alguns dizem que ela nem foi puta, mas o caso ← que eu realmente as amo.
Acho que elas expressam algo que vai al←m do g↑nero feminino, sei l£, eu meio que fico paralisada, minha cabe￧a gira, penso mil coisas, tento reconstruir a vida delas, e pra cada uma crio um roteiro, ¢s vezes triste, ¢s vezes engra￧ado. Fico imaginando como seria ser amiga e confidente de uma dan￧arina puta. Coisas banais, dessas que voc↑ nem conta para ningu←m, sem nexo, ¢s vezes eu tenho at← vergonha, mas realmente mexe comigo, o que posso fazer?
Lembro da primeira vez que vi uma dan￧arina puta, n ̄o lembro o nome dela, mas lembro de como ela era. N ̄o era bonita, mas era tudo que um homem pode sonhar de uma puta, ela dan￧ava como uma pluma, tinha uns sessenta quilos ou mais. Ela dan￧ava uma msica dessas ¢ moda transam←rica, e toda vez que toca no r£dio, ou numa festa lembro-me da cena; eu com cara de babaca sentada num sof£, envergonhada, meio que alcoolizada, suando, e a puta dan￧arina girando no pool dance, vestindo uma lingerie vermelha, dava pra ver cada cent■metro das suas partes nada ■ntimas, ela tirou uma daquelas cordas cheias de bolinhas da vagina.
Houve outras, muitas outras, e cada uma delas tem um som e uma imagem, a msica que dan￧aram e a lingerie que usavam, marca, ← forte e latente. Lembro de todas, mas n ̄o sei o nome de nenhuma.
O fato ← que n ̄o consigo nem de longe achar “o ato da dan￧a” degradante, humilhante, ofensivo, pelo contrario, ← nessa hora que elas s ̄o encontradas por pupilas curiosas que desejam ou n ̄o possu■-las, est ̄o fixas, olhando, todos querem ver uma mulher nua rebolando, ← muito forte a cena. E mesmo aquelas que n ̄o s ̄o t ̄o sensuais, ou at← mesmo bonitas, tamb←m t↑m sua vez, e fazem o papel de objeto do desejo, muitas vezes mecanicamente, mas fazem, tiram a roupa, despem o corpo, s ̄o transparentes, n ̄o escondem o f■sico.
E para criar coragem algumas delas utilizam o £lcool ou coca■na, grande aliada dos t■midos, outras v ̄o de cara limpa, e fazem l£ os passos descompassados que nutrem o desejo sexual de quem pagou pra ver aquilo, aquela ceninha montada, afinal, tudo n ̄o passa de uma grande ilus ̄o pat←tica, a mulher PUTA dan￧a pro homem, (← por que n ̄o adianta as mulheres modernas quererem aprender a dan￧ar feito putas, PUTA ￉ PUTA, n ̄o tem jeito) que por algumas horas se sente o rei da cocada preta.
￉ tudo t ̄o sensual, mas sem sensualidade nenhuma, ← tudo fake, ← mentira, ou n ̄o, ← imprevis■vel, quem sabe o que as putas dan￧arinas est ̄o pensando? Como ← mesmo o passo? Preciso de um homem rico pra me tirar dessa vida. Essa n ̄o foi a msica que eu escolhi. N ̄o posso esquecer de comprar fralda. Hoje o movimento ta fraco. Apaguem essa luz, minha celulite est£ gritando pra plat←ia. Que cara asqueroso esse aqui de bigode e sapato branco. Eu sou a mulher mais infeliz do mundo. Nossa que gostos ̄o esse de blusa preta. Esqueci de passar ￳leo de am↑ndoa na bunda. Preciso dar um teco pro pr￳ximo nmero. O que essa garota com cara de babaca t£ fazendo aqui, deve ser mais uma dessa malucas exc↑ntricas, ou ser£ que ← jornalista?

I Love dançarinaspool dance alt-gifts-com

Nas minhas andanças pela busca do esquisito descobri que sou apaixonada por dançarinas putas. Isso pode até soar imoral aos ouvidos das pessoas de “bem”, e eu que sempre tive uma educação cristã, me deparo com esse gostar nada casual, mas talvez seja por isso mesmo, Jesus amou a todos, sem exceção, até a tal Maria Madalena, alguns dizem que ela nem foi puta, mas o caso é que eu realmente as amo.

Acho que elas expressam algo que vai além do gênero feminino, sei lá, eu meio que fico paralisada, minha cabeça gira, penso mil coisas, tento reconstruir a vida delas, e pra cada uma crio um roteiro, às vezes triste, às vezes engraçado. Fico imaginando como seria ser amiga e confidente de uma dançarina puta. Coisas banais, dessas que você nem conta para ninguém, sem nexo, às vezes eu tenho até vergonha, mas realmente mexe comigo, o que posso fazer?

Lembro da primeira vez que vi uma dançarina puta, não lembro o nome dela, mas lembro de como ela era. Não era bonita, mas era tudo que um homem pode sonhar de uma puta, ela dançava como uma pluma, tinha uns sessenta quilos ou mais. Ela dançava uma música dessas à moda transamérica, e toda vez que toca no rádio, ou numa festa lembro-me da cena; eu com cara de babaca sentada num sofá, envergonhada, meio que alcoolizada, suando, e a puta dançarina girando no pool dance, vestindo uma lingerie vermelha, dava pra ver cada centímetro das suas partes nada íntimas, ela tirou uma daquelas cordas cheias de bolinhas da vagina.

Houve outras, muitas outras, e cada uma delas tem um som e uma imagem, a música que dançaram e a lingerie que usavam, marca, é forte e latente. Lembro de todas, mas não sei o nome de nenhuma.

O fato é que não consigo nem de longe achar “o ato da dança” degradante, humilhante, ofensivo, pelo contrario, é nessa hora que elas são encontradas por pupilas curiosas que desejam ou não possuí-las, estão fixas, olhando, todos querem ver uma mulher nua rebolando, é muito forte a cena. E mesmo aquelas que não são tão sensuais, ou até mesmo bonitas, também têm sua vez, e fazem o papel de objeto do desejo, muitas vezes mecanicamente, mas fazem, tiram a roupa, despem o corpo, são transparentes, não escondem o físico.

E para criar coragem algumas delas utilizam o álcool ou cocaína, grande aliada dos tímidos, outras vão de cara limpa, e fazem lá os passos descompassados que nutrem o desejo sexual de quem pagou pra ver aquilo, aquela ceninha montada, afinal, tudo não passa de uma grande ilusão patética, a mulher PUTA dança pro homem, (é por que não adianta as mulheres modernas quererem aprender a dançar feito putas, PUTA É PUTA, não tem jeito) que por algumas horas se sente o rei da cocada preta.

É tudo tão sensual, mas sem sensualidade nenhuma, é tudo fake, é mentira, ou não, é imprevisível, quem sabe o que as putas dançarinas estão pensando? Como é mesmo o passo? Preciso de um homem rico pra me tirar dessa vida. Essa não foi a música que eu escolhi. Não posso esquecer de comprar fralda. Hoje o movimento ta fraco. Apaguem essa luz, minha celulite está gritando pra platéia. Que cara asqueroso esse aqui de bigode e sapato branco. Eu sou a mulher mais infeliz do mundo. Nossa que gostosão esse de blusa preta. Esqueci de passar óleo de amêndoa na bunda. Preciso dar um teco pro próximo número. O que essa garota com cara de babaca tá fazendo aqui, deve ser mais uma dessa malucas excêntricas, ou será que é jornalista?

Caetaniando

•Agosto 17, 2009 • Deixe um comentário

 

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Eu estou apaixonada
Por uma menina terra
Signo de elemento terra
Do mar se diz terra à vista
Terra para o pé firmeza
Terra para a mão carícia
Outros astros lhe são guia…

Sumo materiais

•Agosto 17, 2009 • Deixe um comentário


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Sumos que não são líquidos

Sólidos sumos, sumo de sacerdote

Transcorrendo sumários preceitos

Sumo, apareço, mas só quando eu quiser

Quero namorar com Beto Barbosa

•Junho 30, 2009 • 1 Comentário

É engraçado essas lembranças que nos assaltam de vez em quando. A verdade é que as vezes estamos mais abertos para reviver certos momentos, talvez seja saudades de um sentimento pueril. Nossa maneira de diversão muda com a idade, e isso é cruel, criança tem que brincar como criança, e jovem curtir como jovem, e adulto? Tem que partir para outras coisas, como sexo, comida, bebida, arte, e às vezes até outras coisas. Não que não sejam coisas divertidas, mas não têm o mesmo efeito no cérebro.

Ultimamente minha rotina tem sido muito dura, o que me faz deixar escapar certas coisas, mas sempre tem um momento de descompressão.

Foi sábado, estava na sala da casa mamão papaya assistindo o lamentável programa do Rodrigo Faro, de repente entra no palco nada mais nada menos que Beto Barbosa, todo repaginado, para participar do “Vai dar namoro”, neste quadro a produção tem a difícil missão de achar uma namorada para o participante, até o Sérgio Malandro já participou.    

Entendam comigo, Beto Barbosa, o mesmo da música: “Preta, fala pra mim, fala o que você sente por mim”. O poderoso da lambada, que dominava as paradas de sucesso nos anos 90.

Foi como se um portal para o passado abrisse na minha frente, eram tantas lembranças deliciosas. Lembrei que as crianças da rua reuniam-se na minha varanda com chão de xadrez vermelho para dançar as lambadas no fim da tarde. Minha mãe, sempre caridosa, dava 0,50 centavos para quem dançasse mais bonito, e nessa hora dávamos tudo de nós, a ponto de quebrar a espinha dorsal. Tudo para ganhar a grana, correr na birosca do “Seu Orlando” e comprar o famoso doce de leite chamado de “xereca da xuxa”.

A música dele que eu mais gostava era “Adocica”, e além de Beto Barbosa, dançávamos a clássica e sensual Kaoma, com “Chorando se foi”, e Leci Brandão, rouca e militante com “Sou Negão”, e tudo em vinil, rodando, rodando e fazendo a festa das crianças da Rua X (o nome era esse mesmo Rua X, as ruas do conjunto habitacional eram nomeadas pelas letras do alfabeto).  

Mas voltando ao “Vai dar namoro com Beto Barbosa”, acho que vou mandar meu vídeo, já pensou poder conhecer o cara? Meu sonho!!!

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se é automático o toque!

•Junho 8, 2009 • 1 Comentário
onde isso vai parar
o imã de tua pele
puxa meus dedos
ao encontro deles
 
é certo, é natural
um botão
um artefato
um artesanato
 
teu mamilo boca
meu dedo língua
teu mamilo lâmpada
meu dedo inseto

Professor é acusado de jogar apagador na cabeça de aluno…

•Junho 4, 2009 • Deixe um comentário

Um professor é suspeito de jogar um apagador na cabeça de um aluno da terceira série no Recanto das Emas, cidade próxima a Brasília. De acordo com o menino, que tem 10 anos, a agressão teria ocorrido dentro da sala de aula. “Fui pegar meu caderno para emprestar para a minha amiguinha e, quando eu levantei, ele jogou o apagador na minha cabeça”, conta o garoto.

professor ainda teria o levado para lavar o uniforme. “Começou a sair sangue, ele me levou para lavar o uniforme e colocou para secar”. A família da criança diz que o menino tentou esconder o machucado. “A gente chamou o diretor e o professor e ele disse que foi um acidente, que foi uma brincadeira, e não soube se explicar direito”, diz a prima do menino.

O suspeito da agressão trabalha na escola há três anos com contrato temporário. Depois da denúncia, ele foi desligado do colégio e encaminhado para a regional de ensino. “Ele terá o contrato suspenso imediatamente e, após isso, entraremos com processo de verificação de sindicância para apurarmos os fatos”, afirma a diretora regional do Recanto das Emas, Javan Nascimento.
O caso foi registrado na delegacia. A polícia foi à escola entregar uma intimação ao professor para que ele dê explicações. “Aconteceu uma brincadeira, o apagador escorregou da mão e acabou sim atingindo no menino, mas punição ao professor tem que vir depois da apuração, não antes”, argumenta o diretor do Sindicato dos Professores, Washington Dourado.

A escola não forneceu o contato do professor.

Fonte:  www.g1.com.br  

PS: O melhor é a declaração do menino…

O mundo está acabando de fato!!!

Minha mãe quer que eu case

•Junho 3, 2009 • 1 Comentário

mae e filha

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 Parece até título de comédia romântica americana, e por acaso é um saco esse filme. Mas o problema alheio é sempre menos grave que o seu, gente o meu caso é realmente grave.

Diálogo com minha mãe:

Cenário> Casa dela, cama dela, assistindo datena, programa preferido dela.

Blá, blá, blá na tv.

- Filha, você vai casar direitinho depois né?

- Hãm!!?!!

- Vai casar na igreja.

- Mãe, eu vou embora pra Europa!